A economia num período de transição politica

Jair Bolsonaro foi eleito para desconstruir a estrutura política ainda vigente, montada à muitos anos e que resistiu a diversos regimes e governos. 

Os comportamentos de crescimento e estagnação não tiveram correlação direta entre os regimes e os partidos dominantes no Governo Federal. Exceto no final do primeiro mandato de Dilma Rousseff, do PT, campo da esquerda.

Decorrente mais da exaustão do modelo econômico então vigente do que por razões conjunturais.

Desde 1930, com o golpe militar comandado por Getúlio Vargas, foi implantado - gradualmente - o nacional desenvolvimento, com comando e ampla participação do Estado na economia.

Esse modelo propiciou altos e baixos na evolução da economia, mas implantou no país, uma economia moderna  e industrializada - embora não em todas as regiões - , mas com graves sequelas nas contas públicas.

Como governo de transição, Temer buscou montar uma ponte para uma economia mais liberal, mas essa ficou inconclusa.

Jair Bolsonaro, prometeu  romper inteiramente com o modelo moribundo, mas resistente,  com ampla delegação de poderes a Paulo Guedes, implantando uma economia liberal. Começando com a reforma fiscal, tendo com passo inicial a contenção dos gastos com a seguridade social.

Dentro dessa, a total substituição do sistema de repartição, pelo de capitalização individual.

(cont)



Como se comportará a economia ao longo dessa transição?

Nenhum comentário:

Postar um comentário

As tecologias digitais no Novo Normal da Política

A política irá tentar conter as tendências, incentivar ou regular os novos hábitos? Uma posição - já em andamento - é coibir o uso indevido ...