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Mostrando postagens de Outubro, 2013

Ambiente construido x natural

O desenvolvimento econômico requer no país uma extensa infraestrutura  em vias, sejam rodoviárias, ferroviárias e de outros modos, usinas elétricas e sua implantação envolve a alteração do ambiente natural para a sua transformação em ambiente construído.
Até os anos setenta, os empreendimentos de infraestrutura eram realizado com pouca atenção sobre os impactos ambientais, embora já existissem legislações restritivas ou condicionantes.
Após a crise das quase três décadas perdidas, quando a economia pouco cresceu e os investimentos em infraestrutura foram mínimos, a retomada encontrou as forças ambientais mais fortes, mais organizadas, mais atuantes e com maior participação nos órgãos públicos, sejam dentro do Executivo, como no Ministério Público e no Judiciário.
Os anos recentes tem sido de embates e confrontos entre as forças "desenvolvimentistas" e as "ambientalistas", com as primeiras defendendo e buscando acelerar os investimentos em infraestrutura e as segunda, …

Plano da cidade x plano de bairro

As pessoas acham que moram no bairro e não na cidade. Há aquelas que vão além na confusão, achando que a cidade é o seu bairro.
Isso decorre do fato de que grande pessoas passam a maior parte do seu tempo no bairro onde nasceram, ou vivem há muito tempo e mal conhecem outros bairros. A sua cidade é o bairro onde vivem.
Alguns que trabalham em outros bairros só conhecem, além daquela da sua residência, o bairro onde trabalham e as vias do seu trajeto.
A partir da sua vivência real tendem a projetar a imagem do resto da cidade como uma extensão do seu bairro. 
Quando uma Prefeitura, como a de São Paulo, apresenta uma proposta de Plano Diretor, convocando reuniões ou audiências públicas para a sua discussão prévia, buscando seguir um processo participativo, um problema inicial é a abrangência demo-territorial dessas reuniões: toda cidade ou bairro a bairro?
As reuniões devem ser por bairro, diante do tamanho da população de uma megametrópole, porém a questão é se nessas reuniões a discussão d…

Os atrasos nas obras públicas vão interferir nos resultados das eleições de 2014?

Aparentemente o PAC 1 influiu favoravelmente para a eleição, em 2010, de Dilma Rousseff, "vendida" pelo marketing politico-eleitoral como a "mãe do PAC".
 O PAC 2 será um elemento positivo ou negativo para Dilma em 2014?
Em 2010 ela foi a "mãe" de um filho bem sucedido. Depois de muitos anos de paralisação dos investimentos público em infraestrutura, o PAC 1 representou um grande avanço e uma enorme visibilidade de realizações governamentais.
O Brasil havia retomado o seu ritmo de crescimento, havia a sensação de que "afinal" estava decolando em direção ao seu glorioso e merecido desenvolvimento, alcançando uma posição de topo entre todos os países do mundo. 
O Brasil havia "descoberto as maiores reservas de petróleo", até então conhecidas, tornar-se ia inteiramente auto-suficiente e até exportador, com Lula antecipando a discussão sobre a tal "doença holandesa" e a questão da distribuição dos royalties.
Dilma , em 2010, significa…

Smart city e smart citizen

Smart city, ou Cidade Inteligente  é uma das novidades, prestes a se tornar moda, dentro das questões urbanas. Vem sendo difundida pela IBM e outras grandes empresas do setor da tecnologia da informação, interessadas em vender os seus equipamentos ou sistemas.
Porém não existe smart city, sem o smart citizen, ou seja o cidadão inteligente que usa os recursos da informática para atender as suas necessidades públicas dentro da cidade.
A cidade inteligente é uma condição essencial para melhorar a mobilidade urbana, partindo da visão de logística urbana.
Congestionamento não é um  fenômeno genérico, porém específico. 
Num dado momento, nem todas as vias urbanas estão congestionadas, mas algumas estão e outras não.
Algumas podem estar congestionadas todo o tempo. Outras só nos horários de pico ou por situações ocasionais, como em decorrência de um acidente.
Medições feitas pelos órgãos oficiais ou por entidades de prestação de serviços, indicam o somatório das extensões de vias com veículos para…

Movimentos de massa durante a Copa 2014

Nos meses de junho e julho de 2014, quando ocorrerão, no Brasil, os jogos da Copa do Mundo são esperados diversas manifestações populares e movimentos de massas de pessoas.
Turistas nacionais e estrangeiros estarão se movimentando pela cidades-sede e outros pontos de atração turística, enfrentando problemas nos aeroportos e para se movimentar nos dias e horários fora dos jogos. Nos horários dos jogos, as cidades poderão ficar à disposição deles, com todos os demais se recolhendo em suas casas.
Grupos irão às ruas, para se manifestar pacificamente contra os gastos com a Copa. Não deverão ser grupos tão grandes como os de junho de 2013, porém suficientes para complicar a imobilidade urbana.
O problema serão os pequenos grupos de "black blocs" e similares que irão transformar os movimentos pacíficos em atos de vandalismo e de provocação às polícias. Muitos serão detidos, soltos em seguida e voltarão aos "quebra-quebras" em seguida. A visão deles é que é preciso quebrar. …

Haverá futuro para os jovens empresários?

Em uma reunião com pequenos e médios empresários, todos acima dos 60, dirigentes de associação empresarial, o desânimo era generalizado. O grande receio era ter as contas bancárias bloqueadas, o acumulo de pendências trabalhistas e agora de dano moral. Se os problemas são tantos, porque continuar? Alguns já haviam desistido, passando a serem apenas investidores e não mais dirigentes empresariais. Outros por teimosia, ou até por falta de opções.
As entidades empresariais estão envelhecidas com dirigentes de mais idade, sem capacidade de mobilizar os mais jovens.
Estariam os jovens empresários preocupados apenas com a rentabilidade imediata dos seus negócios, sem atentar para a acumulação de passivos trabalhistas e de outras ações? Não estariam correndo riscos demasiados em relação aos planejamentos tributários e previdenciários? Ou será que mesmo percebendo estão "empurrando para frente", acreditando que no futuro tudo se resolverá?
Para os pequenos e médios empresários com mais…

A decadência do turismo hidrotermal

O turismo hidrotermal, a modalidade que deu origem ao turismo, está em decadência. Estará condenada à extinção? Poderá ser revitalizada? Ou estará condenada à estagnação, com uma lenta e progressiva decadência?
O blog é uma oportunidade para registro de reflexões e mais para a colocação de dúvidas do que de certezas.
Essas questões me surgiram ontem durante uma rápida visita que fiz à Caldas, um extenso Município ao sudeste de Minas Gerais, próximo à divisa de São Paulo, mas uma pequena cidade com cerca de 15 mil habitantes.
Está na região das águas e já foi bem maior. Lá descobriram afloramentos de águas termais, concentradas em um distrito que por essa condição foi conhecida como poços de Caldas. Em função dessa condição a linha de trem foi estendida até lá como uma continuidade da região paulista das águas, estabelecida uma importante hotelaria e, no início do século XX, a instalação de um cassino, que se tornou um dos mais importantes do país. O seu desenvolvimento maior do que a sed…

Uma alternativa de projeto nacional : alavancado pelos recursos naturais

Uma das vantagens competitivas do Brasil no Mundo é a disponibilidade de recursos naturais, que desde o seu achamento tem sido objeto da "cobiça mundial" e base das suas exportações.
Apesar da sua importância essa vantagem sempre foi desprezada nos planejamentos nacionais, considerando os produtos naturais como primários, elementares e símbolo do atraso e do subdesenvolvimento.
Seriam produtos de baixo valor agregado e o Brasil precisava basear o seu desenvolvimento em produtos de maior valor agregado.
Ao longo dos últimos sessenta ou setenta anos o Brasil procurou fugir dessa dependência, mediante a industrialização, inciando pelo processo de substituição de importações.
A perspectiva industrialista míope só percebia a agregação de valor pela transformação e tecnologias industriais e não pelas demais tecnologias e pelos serviços.

Um produto natural, como a soja não tem um valor apenas decorrente do custo da terra e da mão-de-obra em processos elementares.
Atualmente o produto col…

As estratégias das petroleiras perante o pré-sal

Todas as maiores petroleiras, de âmbito mundial, tem interesse no petróleo do pré-sal brasileiro. Menos as russas, que se concentram na produção nacional Já as chinesas, além da produção nacional, vem buscando uma atuação mundial, inicialmente na África e agora na América do Sul. É significativo o fato de que a SINOPEC,que assumiu o controle da espanhola Repsol, para entrar no mercado brasileiro, credenciou-se, mas não apresentou proposta. Ela controla ainda a portuguesa Petrogal.
As duas maiores chinesas que ingressaram no único consórcio participantes não tinham ainda atuação no Brasil. Por que aquela não apresentou proposta?
Entre as 4 maiores petroleiras mundiais, apenas a Shell, a segunda delas participou do consórcio, sendo que as demais, depois de credenciadas, desistiram formalmente.
Esse é o quadro visível, o que dá margem a diversas especulações ou interpretações.
Aqui vamos a uma, não mostrada, pelos especialistas, mas baseada na provável lógica estratégica das empresas.
A Petro…

Libra é no Rio de Janeiro

A ampla divulgação do leilão das reservas de Libra, com os mapas da sua localização, traz uma grande preocupação para São Paulo e, principalmente  para a Baixada Santista.
O campo de Libra fica na Bacia de Santos, no Rio de Janeiro.
reprodução de figura publicada no Valor Econômico, de 21/10/2013

Os primeiros campos de exploração do pré-sal, incluindo Lula estão mais próximos do litoral carioca do que paulista. Estão próximos aos poços da Bacia de Campos e terão a sua logística baseada no Rio de Janeiro, na sua capital, em Macaé e Cabo Frio (onde se localiza um aeroporto internacional, principal ponto de desembarque dos equipamentos, peças e componentes que chegam via aérea).
O gás produzido virá para São Paulo, mas o óleo irá para o Rio de Janeiro. 
O petróleo de Libra que vier a ser exportado terá o seu ponto de apoio nos portos do Rio de Janeiro.
O que virá para São Paulo da cadeia produtiva do petróleo & gás do pré-sal? 
Os grandes estaleiros produtores das plataformas ou estão no ex…

Grandes e modestas pretensões

Recife, em 2037, quando comemorar 500 anos da sua fundação, quer ser uma cidade mundial. Essa é , pelo menos, a grande pretensão do Prefeito atual, Geraldo Júlio, segundo expôs no evento "De Olho no Futuro" promovido pelo SINAENCO, no dia 17 de outubro de 2013, pela sua capacidade de promover grandes transformações. Mas isso não será suficiente.
Uma cidade mundial precisa estar integrada nas grandes cadeias produtivas mundiais, sejam industriais, de logística, de outros serviços e de tecnologia. Nesse campo poderá ter reconhecimento mundial se for um significativo polo de inovação de âmbito mundial.
Dentro dessa perspectiva fui conhecer um projeto que me pareceu pelas informações o que teria o melhor potencial para alavancar essa pretensão, até porque para a viabilização do Recife 500 está sendo organizado um Conselho, presidido pelo prof. Silvio Meira, o fundador e principal mentor do CESAR - Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife, a principal âncora do Parque Tecno…

Revoluções geracionais

A geração "baby boom" nascida logo após o término na II Guerra Mundial, quando os países saídos dos conflitos buscaram repor as perdas, fez uma "revolução barulhenta" em 1968, começando na Europa e se espalhando pelo mundo. A principal mudança cultural foi a "revolução sexual", acompanhando uma rápida urbanização e o predomínio do automóvel, como meio de locomoção. No Brasil, essa geração, oprimida por uma ditadura, teve as suas manifestações populares reprimidas, mas incorporou as mudanças culturais lideradas pelos seus contemporâneos dos países desenvolvidos. Essa geração é hoje, sexagenária, abandonando seus ímpetos revolucionários. Os que foram para o Poder, não deixaram boa imagem.
A geração subsequente, nascida entre o final dos anos 50 até os meados dos anos 70, fez poucas revoluções barulhentas, limitadas a alguns países  A principal teria sido dos movimentos pacifistas nos EUA, com a formação das "tribos" hippies que tentaram mudar a for…

Adiamento do período "ainda sem carro"

As famílias de classe média (da qual faço parte) ao longo dos últimos anos promoveram significativas mudanças culturais.
Os pais ou avós até os anos sessenta frequentaram a escola pública, para a sua educação fundamental, em geral nas proximidades da residências. Em São Paulo, os principais bairros de classe média tinham escolas renomadas e referências em educação. No antigo ginásio, atualmente do 5º ano em diante, os estudantes ganhavam mais independência e se deslocavam de bonde. Automóveis eram raros.
A partir dos anos setenta começa uma mudança que foi se acentuando nos anos seguintes: os pais formados nas escolas públicas, começam a levar os seus filhos para a escola privada. Os bons professores não vão mais para a educação pública, mas empreendem escolas privadas. A demanda é grande e crescente e já no início do século XXI a escola pública foi, praticamente, abandonada pela classe média que, com isso, deixou de se interessar com a qualidade daquela, acelerando o processo de degrad…

Planejar é decidir por antecipação

Planejar para o longo prazo não quer dizer que deve se esperar para perceber melhor o futuro para se tomar as decisões, dadas as incertezas.
Planejar não quer dizer diagnóstico, tampouco prognóstico, embora isso sejam elementos importantes, mas subsidiários, não principal como costuma ocorrer na elaboração de planos.
Ao participar de mais um evento sobre o que será  a daqui a 25 anos, promovido pelo SINAENCO, dessa vez Recife, deparo com diversos pensares sobre a cidade no futuro, sendo o principal RECIFE 500 ANOS, em processo pela Prefeitura Municipal, tendo em vista o cinquentenário da cidade em 2037, um anos antes dos 25 anos considerados pelo SINAENCO e 3 antes do novo marco comum de vários planos municipais: 2040.
Mais uma vez se começa por um amplo diagnóstico, porque cada grupo ou autoridade que se dispõe a planejar quer conhecer melhor a realidade, mesmo que já exista uma profusão de diagnósticos anteriores. 
A atividade é necessária, mas não deveria ocupar mais do que dois meses.

Melhoram as perspectivas para Garanhuns

Ontem em evento sobre Recife daqui a 25 anos, comentando as minhas observações sobre Garanhuns, com amigos pernambucanos da área de projetos de engenharia, tive notícias animadoras para cidade. Além da duplicação da BR de São Caetano até Garanhuns, que já tem obras - as quais atrapalharam a minha viagem, caracterizando a sua execução, está em andamento uma PPP - Parceria Público Privada para a BR 232, visando a sua melhoria. Assumida pelo Governo do Estado, esse providenciaria as obras, mediante uma concessão administrativa, o que significa a antecipação da execução das obras pelo parceiro privado que receberia a sua remuneração com verbas futuras do Governo. Não seria uma concessão comum ou patrocinada que envolveria a cobrança de pedágio.
Gravatá já estaria saturada, com uma movimentação excessiva de pessoas nos finais de semana, com festivais, comemorações de grupos, causando dificuldades de trânsito, barulho levando as pessoas a se esconder nas suas casas nos condomínios fechados d…

Cidade sustentável

O que vem a ser uma cidade sustentável?
Os ambientalistas se "apropriaram" da questão e respondem com a redução da emissão de gases estufa, com os índices de cobertura verde, enfim cidade verde seria o equivalente à cidade sustentável.
Descobri ontem uma característica bem mais ampla do que seja um cidade sustentável, conhecendo e percebendo Garanhuns, na entrada do sertão pernambucano.
Garanhuns, caracterizada como a "Suiça do Nordeste", condição que pedeu à muito tempo, agora adotu o lema "a cidade das flores", embora as poucas flores que encontrei form as de alguns jardins públicos.
Uma cidade a ordem de 130 mil habitantes, iniciando um processo de verticalização residencial, predominando as casas, de todos os padrões, incluindo modernas mansões, seria, no meu entender, um exemplo concreto do que seja uma cidade sustentável ou sustentada: é uma cidade que mantém uma dinâmica de crescimento, mesmo tendo perdida a sua principal fonte de renda, no caso o turi…

Pensar o Brasil

Pensar o Brasil. Ter um projeto nacional é necessário.
Há um razoável consenso em torno dessa necessidade, mas falta quem se disponha a se dedicar, persistentemente, a essa tarefa de "Pensar o Brasil". 
O Governo Federal que teria recursos para reunir "grandes cabeças" tentou, através da Secretaria de Assuntos Estratégicos, mas não levou à frente, limitando o seu trabalho a temas pontuais.
As Universidades não conseguem reunir as "suas cabeças pensantes" porque essas estariam sempre em disputa por aparecerem e brilharem.
Instituições privadas não conseguem essa reunião, seja por falta de recursos, como por falta de motivação - por não conseguir a repercussão desejada. 
Enfim todos concordam mas ninguém faz. 

Duas questões estão entre os principais impeditivos: o primeiro é o viés ideológico: será um projeto de direita ou de esquerda? Quais seriam as diferenças fundamentais entre um e outro. Mas o problema é quem propõe. Se um lado propõe o outro é contra. Por p…

Mais x menos automóveis

Os movimentos urbanos, anticarro se movimentam contra o o aumento da frota em circulação nas cidades, criticando as políticas do Governo Federal, de estímulo à produção e à compra financiada de automóveis.
Apontam esse aumento como o principal responsável pelo aumento dos congestionamento e fazem previsões catastrofistas como "a cidade vai parar". Alguns são mais radicais e, presos nos congestionamentos,  dizem: não vai, já parou.
De outro lado a indústria automobilística, acreditando na política federal e na dinâmica do mercado brasileiro já estão investindo fortemente no aumento da capacidade de produção.
Matéria publicada no Jornal "O Valor Econômico" no dia 8 de agosto de 2013, refletindo um estudo da Roland Berger Strategy Consultants indica para 2017 um aumento da capacidade produtiva da Indústria Brasileira de carros e comerciais leves de 6,8 milhões de unidades ano, 2,3 milhões acima da capacidade atual. As vendas internas passariam, dentro do cenário otimista…

A incompetência vendida como competência

Estabelecido um clima de "guerra" com a ação ofensiva do PT para inviabilizar uma candidatura forte de Marina Silva e o seu contragolpe, unindo-se a Eduardo Campos, as estratégias de cada qual serão decisivos para os rumos do processo eleitoral, ainda na fase de "entressafra".*
No processo estratégico, para ganhar as batalhas não basta ter estratégias corretas. É preciso contar com eventuais erros dos adversários.
Uma das vantagens da dupla Eduardo-Marina será o erro estratégico da  dupla Lula-Dilma que irá insistir - segundo as primeiras notícias da reação do Governo - numa imagem positiva de Dilma que é, na realidade, o seu maior fracasso.
Ela vem demonstrando que a imagem de realizadora, de mãe do PAC não resiste e não irá resistir aos atrasos e paralisações das obras do PAC e das obras para a Copa, mesmo com o sucesso da construção dos estádios.

Lula que sempre foi um líder político, mas nunca um gerente, tinha em Dilma a sua principal executiva, com a sua dedicaçã…

Paying for yesterday’s errors

The Brazilian economy that seemed to take off toward a glorious future began "looping" with low growth and many problems. The present real situation is much different than what in not so distant times promised the national leaders, foreseeing to today’s present  a rose or blue reality and not gray we live now. The Country improved a lot, we live better than in previous epochs, but we have the sensation that it could be superior. And comes the recurrent question, that cannot be hushed: “where did we fail?”. Where did we take the wrong decisions, thinking were doing right? In the present we always believe we’re doing and deciding correctly, promising a better future. When yesterday becomes today we perceive that didn’t happen what we’d like to and come again to the “where did we fail?” question.  Everything is a matter of risk: it can work, or can not. There is never absolute certainty about the future. We are not infallible. But usually we tend to believe that we shall be more…