A Câmara dos Deputados, sob comando de Rodrigo Maia, assumiu plenamente a condução da Reforma da Previdência e aprovou o texto costurado pelo relator Samuel Moreira, sob sua coordenação, com uma expressiva votação, 379 votos a favor, contra 131 votos e três ausências. Muito superior ao esperado, pelas contas mais otimistas dos favoráveis.
Por outro lado, com votos contrários menor que o esperado pela oposição,
Apenas um dos destaques foi votado e derrotado. A votação dos demais destaques foi transferida para amanhã, dia 11 de julho.
Deverão seguir o costurado por Rodrigo Maia e resultar numa Reforma da Previdência desidratada, sem resolver, ao longo dos próximos dez anos, o problema do déficit fiscal.
Garantirá a sobrevivência orçamentária e financeira do Governo, mas não dará condições para o seu desenvolvimento. As despesas obrigatórias continuarão consumindo a quase totalidade da receita, não deixando margem para os investimentos públicos.
A reforma da previdência foi colocada pela equipe econômica, como a "salvação nacional" e a jogou como "tudo ou nada". Sem contar com o apoio do Presidente da República. Foi assumida pela Câmara dos Deputados.
Vai ser aprovada, mas será apenas uma pedra no caminho a ser removida para a retomada do desenvolvimento. Outras precisarão ser retiradas, mas nenhuma das ditas reformas estruturais será suficiente para redinamizar a economia brasileira. Essa seguirá crescendo, mas em "voos de galinha".
Na política, cresceu mais a importância e o protagonismo de Rodrigo Maia, em detrimento de Jair Bolsonaro, cada vez propenso ao cenário "Rainha da Inglaterra". Sem poder efetivo para governar o país, ficando refém do Congresso
JH
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