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Nova política

Há um sentimento por parte da "sociedade organizada" ou "opinião publicada" contrária às prática políticas tradicionais, caracterizada como "velha política". Jair Bolsonaro "montou no cavalo certo" e como paladino investindo contra a "velha política", foi eleito, Presidente da República, com expressiva votação: apoio direto de mais de 50 milhões de votos. 
Eleito e empossado buscou não adotar práticas caracterizadas como "velha política", na organização do seu governo. Montou um Ministério sem o tradicional "troca-troca" com as lideranças políticas. 
Sem a "velha política" não tem conseguido avançar nas suas principais proposições, que dependem de aprovação legislativa. 
Não quer seguir a velha política mas não sabe, como governar, com uma "nova política". Que não sabe bem e ainda, o que vem a ser. 

Vamos nos ater à nova política no campo federal, que envolve o Presidente da República e o Congresso Nacional, ambos eleitos pelo povo. O primeiro individualmente em eleição nacional.
O segundo formado por 594 parlamentares, dos quais 513 deputados federais e 81 senadores, eleitos nominalmente, em pleitos estaduais.
Partindo sempre da perspectiva do eleitor, a nova política seria a eleição pelo voto daquele em candidatos que defendam programas ou posições nacionais.
Os candidatos da nova política não seriam populistas, bem preparados,  com propostas consistentes e, ainda, éticos, não envolvidos com corrupção. 

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