O risco PT

Jair Bolsonaro foi eleito no bojo de uma onda anti-petista.
A mobilização pela rede social que depois alcançou a midia tradicional não criou ou desenvolveu o anti-lulopletismo. Apenas estimulou e evidenciou um sentimento generalizado dentro da sociedade organizada de que a "roubalheira" do PT é a principal responsável pela piora das condições de vida das pessoas. 
Grande parte da população não aceitava que o PT voltasse ao poder, depois da transição Temer. 

Agora com o Governo Bolsonaro "patinando" a sua defesa é de que precisa ir bem, para evitar o retorno do PT,

Segundo as hostes palacianas, entre elas a ala militar, o "inimigo" é o PT. O Governo deveria superar as "briguinhas" internas para se unir contra o inimigo comum: o lulopetismo que ameça voltar, com os avanços de liberdade de Lula.

Na visão de Jair Bolsonaro, como de seus principais apoiadores, incluindo a área militar, se o Governo não der certo, reemerge o risco de volta do PT "nos braços do povo". O sinal de alerta está sendo dado pelas perspectivas das eleições argentinas em que Macri, não conseguiu resolver os problema econômicos, a situação deteriorou e Cristina Kirschner aparece com condições de vitória, nas eleições de outubro. 


Mas o que representa o lulopetismo? Qual é o seu projeto para o Brasil? O que muda em relação ao quadro atual de continuidade da crise econômica?

Em relação à economia Dilma, reeleita teria provocada a maior recessão e retrocesso da economia, nunca antes havida  no Brasil. Dilma II pagou pelos erros cometidos por Dilma I e Dilma 0, em sustentar um ciclo econômico inevitavelmente decadente, com gastos públicos excessivos e controle de preços.

Quando não teve mais recursos públicos para continuar evitando uma queda da atividade econômica, tendo que reverter a sua politica, deu vazão a uma crise reprimida, que irrompeu com toda a força de uma barragem rompida.


(cont)




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