segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

O que vai acontecer com o índice de inflação no final de 2017? E com a economia?

O Banco Central já definiu a sua estratégia de gestão dos juros até o final do ano. Irá reduzir a taxa a cada reunião do COPOM a um ritmo de 0,75 ptos. A menos que fatos inusitados, não previstos nos modelos macro econométricos ocorram.
Projetando essa política, em novembro a taxa SELIC seria fixada em 9,25 %, abaixo da desejada ou esperada taxa menor que dois dígitos. E 2018 iniciaria com uma taxa de 8,50%.

Com essa redução da taxa de juros, a expectativa é que a inflação continue refluindo até chegar ao centro da meta de 4,5% até o final do ano.  

Diante do reaquecimento os agentes econômicos serão tentados ou levados a promover a reposição das perdas ou a recomposição das margens, elevando os preços, no mercado de consumo. Com isso gerando inflação.

As principais remarcações poderão ocorrer no comércio e nos serviços.

Aparentemente, as variações da taxa de juros tem pouca influência sobre o comportamentos dos agentes econômicos. 

O que mais influi no comportamento dos consumidores e dos supridores de bens e serviços a esses não é a taxa de juros, mas os índices de inflação. 


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