quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Pensar e discutir o futuro do Brasil com os jovens

Os mais jovens não tem problema maiores em pensar fora da caixa, porque eles ainda não foram "encaixotados". É mais fácil para eles verem as coisas de forma diferente. Diferente para nós, mais experientes que já estamos encaixotados. Para eles o normal, o comum. A sua lógica é outra. 

E percebem que estão tentando encaixotá-los já nos bancos escolares. A educação brasileira não os quer ensinar a aprender e a pensar livremente. Que enquadrá-los. Quer que eles aprendam o que os professores sabem. A maioria dos professores tem perspectivas passadas, não futuras.

Mesmo quando surgem inovações, a tendência é também encaixotá-los, regulamentá-los, tratar burocraticamente. Isso está ocorrendo com as "start ups". O entendimento é que são novas empresas, voltadas a produtos inovadores da tecnologia da informação.  Se não for de TI não é start up. 


Estou tentando identificar startups fora da TI, ou mesmo que use a TI, não seja essa a determinante da tecnologia do produto.

O principal elemento de uma startup não é a tecnologia, mas a inspiração, a "sacada": a percepção baseada na intuição. E que pode ser transformado num grande negócio.

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