segunda-feira, 24 de abril de 2017

As novas lideranças partidárias

As bombas Odebrecht e outras atingiram e continuarão alcançando as lideranças políticas. A maior parte do Congresso, principalmente na Câmara dos Deputados, passou incólume por esse ataque. Cerca de 90% da Câmara não está na lista de Fachin. Porque quando receberam os valores, o foram por redistribuição feita pelas lideranças. Poucos tiveram contacto direto com os mentores ora em colaboração premiada. A menos de ações regionais descentralizadas pelas empreiteiras.

Muitos dos deputados voltarão em 2019, eleitos por suas bases eleitorais e terão que ocupar o vazio deixado pelos líderes atuais, principalmente nos maiores partidos. 

Quem irão assumir as lideranças?

Algumas das lideranças emergentes não estão nas listas mais recentes, mas podem estar indiciados em outros inquéritos. 

O PMDB irá sofrer em 2018 uma desidratação, à semelhança do que ocorreu com o PT em 2016 e poderá perder a primazia das bancadas, tanto no Senado, como na Câmara dos Deputados. 

O PT está com uma orfandade nas lideranças nacionais, mas continua com algumas das suas lideranças na Câmara, por enquanto incólumes. E novos poderão emergir. Entre eles Prefeitos que deixaram o cargo em 2016.

        


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