sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Novos rumos

As multinacionais automobilísticas instaladas no Brasil seguirão a mesma estratégia de pressionar o Governo para conceder benefícios para sustentar o consumo nacional ou vão se voltar mais para o exterior?


Em 2014, com a reeleição de Dilma resolveram acreditar na continuidade da "politica industrial" com apoio da CUT e de outros sindicatos, e se mantiveram voltados para o mercado interno.
Terminaram 2015 como o pior ano, com quedas absolutas de vendas, elevada ociosidade, demissões e perdas econômicas.

Que estratégias definiram, nas suas respectivas sedes, no Exterior em relação às suas unidades no Brasil? 
  • reorientar para exportações; ou
  • promover a sua gradual redução, preparando uma retirada?
 A principal mudança de circunstâncias do final de 2015 foi a eleição de Macri na Argentina derrotando o populismo kirschnerista. 


Transferirão produção para o país vizinho, ou aguardarão as possíveis mudanças em 2018? Ou trabalharão com a expectativa de uma antecipação? 


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