terça-feira, 16 de agosto de 2016

As definições que marcaram o rumo do Brasil

No artigo, sob o mesmo título, acessível por um toque na coluna artigos, à direita, discorro - mais extensamente - sobre os processos e decisões que trouxeram o Brasil à estrutura atual, ora em crise.

O Brasil se recusou a ingressar mais ampla e profundamente na globalização, principalmente se recusando o papel de "barriga de aluguel", caracterizado tecnicamente como "plataforma de exportação". 

A China aceitou, assim como outros paises asiáticos e já se tornaram os principais supridores de diversos produtos industriais de consumo. Provocando desemprego nos antigos países industrializados. 

As consequências políticas atuais são o crescente movimento antiglobalização, o Brexit e a ameaça Trump. 

O Brasil ainda é pouco afetado, com a sua crise mais afetada por questões internas do que pelo cenário internacional. 

Porém esse indica que os caminhos futuros da economia brasileira não estarão a maior inserção de sua indústria de 2ª geração nas cadeias globais de valor, nas cadeias produtivas globais ou nas cadeias globais de suprimento.

Qualquer que seja a denominação, o Brasil perdeu as oportunidades na fase ascendente do ciclo. É uma ilusão achar que - agora que o modelo está contestado - será o caminho para o Brasil. 

Os diagnósticos estão corretos, mas as prescrições não. O que se perdeu antes é irrecuperável. Entrar atrasado não é alternativa. 

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