quinta-feira, 3 de março de 2016

Inevitável, mas quando?

Eduardo Cunha vai deixar a Presidência da Câmara dos Deputados. Por ele só em fevereiro de 2017 quando encerra o seu mandato, sem possibilidade de reeleição. 
Para os seus adversários e para a opinião publicada, o quanto antes, com a sua renúncia ou o processo de afastamento pelo plenário da Câmara. Afastamento por imposição do STF dificilmente prosperará.

 Permanecendo na Presidência da Câmara, enfraquecido mas sustentado pelo corporativo da casa, promoverá violenta retaliação aos demais poderes, principalmente contra o Executivo. Conduzirá uma "pauta bomba, nível H".


Reformas estruturais, reforma da Previdência só terão andamento se contiverem posições que contrariem a visão do Executivo.

Ruim (ou péssimo) para o Brasil, mas o preço do pleno exercício da democracia. 

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