segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Destinos

Indagam-me sobre as perspectivas de destinos dos principais atores do cenário político atual e do Brasil.
Não tenho bola de cristal mas me arrisco a analisar os principais fatores que poderão influir nos respectivos destinos. (aqui é um sumário de uma análise mais profunda no artigo, acessível por link, na coluna à direita).

Dilma depende das manifestações da sociedade. Não apenas na Avenida Paulista. Mas em todo o território nacional. Os deputados irão votar a admissibilidade ou não do impeachment com um olho na posição dos seus eleitores e outro no seu posicionamento no governo (atual ou novo). A maioria irá votar segundo a sua consciência. Traduzindo: segundo a sua perspectiva do lado vencedor.

Temer vai ficar no aguardo, mas se preparando para a eventualidade de ter que assumir. Seria irresponsável se não considerasse a hipótese. Mas também corre o risco de ser impedido por decisão do TSE, cujo processo voltou a andar.

Eduardo Cunha corre vários riscos. Qualquer madrugada dessas receber a visita do "japa". Ter o mandato cassado. Perder a presidência da Câmara. Depende da fidelidade da sua facção dentro do Baixo Clero. Que seus opositores classificam como "a quadrilha inteira".  Mas enquanto na Presidência da Câmara irá infernizar o PT e a Presidente Dilma, sua desafeta mor.

O Brasil em 2016 vai sair de um ambiente de impasses, incertezas e ansiedade caminhando para o "desastre total" ou para a retomada do crescimento. 

O caminho do desastre foi adotado pela Argentina e pela Venezuela, resultando nas derrotas dos Governos atuais. 
 

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