quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Judicialização da Goverrnaça Nacional

Juntamente com o Ministério Público, duas instituições independentes o Judiciário irá promover uma "limpeza ética". Se não total, pelo menos das lideranças.

Esse processo se tornou inevitável. A barragem da lama de Brasília não terá condições de contê-la. O primeiro extravasamento ocorreu com a prisão do Senador Delcídio do Amaral, agravado pela prisão do banqueiro André Esteves. 

A barragem vai romper ainda dentro do 1º semestre de 2016, levando de roldão, Renans, Cunhas, Collors e outros tantos. Levando junto Lulas, Dilmas e outros tantos petistas. E também muitos tucanos, envolvidos em processos estaduais.

Não sobrará "pedra sobre pedra", com a lama estocada no Congresso Nacional, correndo sobre o rio da economia brasileira, devastando empresas e empregos.

Do ponto de vista doutrinário será a prevalência de autoridades legais e constitucionais, mas não eleitos pelo povo, destituindo, afastando e mandando prender os eleitos. Os formalmente representantes do povo. E, na prática, assumindo o Poder, com a judicialização da gestão ou governança  pública.

E o que será do Brasil, com esse processo de judicialização do Poder Real. Será sem dúvida um pais mais ético. 
Mas e o resto? Como ficará a economia? Como ficarão os trabalhadores? Como ficarão os empresários?

 Quem sobreviverá?

3 comentários:

  1. Seria uma chance de recomeço. Incerto porém melhor do que o que aí está.

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  2. Respostas
    1. Judicalização para enfrentar a crise é cois boa. A continuidade vira ditadura. Ou Berlusconi.

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