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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Herança Maldita!!

A gastança promovida por Dilma,inicialmente com suporte de Lula, e depois por conta própria deixou vários legados malditos:
  1. um enorme rombo nas contas públicas federais;
  2. uma cultura de gastança que contaminou as finanças estaduais e municipais
  3. a não priorização dos gastos: tudo era prioritário e tudo ganhava mais recursos.


Gastou-se por conta de um futuro prometido como róseo e seguro, apesar de baseado num líquido negro. O pré-sal seria a redenção total da pobreza e alçaria o Brasil às primeiras posições na classificação do campeonato das maiores economias mundiais.

O pré-sal mostrou-se uma grande ilusão. Um delírio, vendido como sonho e que se transformou em pesadelo. Hoje se sabe que a real motivação não era a autossuficiência em petróleo e a construção de uma grande nação brasileira, mas o financiamento de um projeto de poder, para garantir 20 ou mais anos continuados de poder. 



O preço internacional do petróleo despencou. Com isso a receita da produção do petróleo do pós-sal na bacia de Campos, também caiu e afetou os royalties dos Estados e Municípios.

Os mais afetados foram os Estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. Entraram em colapso e estão em "estado de guerra".

sexta-feira, 4 de julho de 2014

A necessidade do herói

Para o entusiasmo e atenção da população a um esporte não basta o interesse por esse, mas é preciso um herói, uma personagem que chame atenção, seja uma atração, transforme-se numa celebridade.
Assim foi com o autombilismo com Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet, Ayrton Senna, todos grandes campeões carismáticos. Um outro que era um grande corredor, mas não tinha o mesmo carisma e morreu precocemente, só ganhou o nome do autódromo, mas poucos lembram: José Carlos Pacce. Agora com a má perfomance dos brasileiros que os sucederam, apesar de todo esforço da Global, a audiência e o interesse cairam. 
No tênis ocorreu o mesmo fenômeno, com Guga. 

Nos esportes coletivos o importante é a equipe, mas a mídia precisa endeusar um jogador ou o técnico, para ampliar o interesse popular.

Neste momento, na Copa, o primeiro escolhido é Neymar. Que tem a figura dominadora do pai que o obriga e aos demais a chamá-lo de Neymar Jr. 

Ele tem sido endeusado não apenas porque joga bem. Mas porque tem um carisma midiático. Porque se dispõe à exposição pública da sua imagem à exaustão.


O Brasil sempre teve no futebol uma figura midiática, dentro de um processo interativo entre o jogador e a mídia. Foi Pelé, foi Ronaldão. E o torcedor passa a ser visto como consumidor. Neymar aparece, é buscado pelas campanhas, é exposto porque vende. Ganha milhões, mas o seu patrocinador ganha muito mais.

Depois da Copa, vão chegar as Olimpiadas em 2016. Para manter o interesse do "respeitável público" é preciso endeusar os possíveis vencedores. Sem deuses e deusas o interesse da mídia é menor. 


Tudo passa a ser um negócio.

Lula, meio livre

Lula está jurídica e politicamente livre, mas não como ele e o PT desejam. Ele não está condenado, mas tampouco inocentado. Ele não está jul...