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Mostrando postagens de Setembro, 2014

Incompetenta e competenta

A incompetenta Presidenta é uma competenta candidata. Sabe se sair dos golpes dos adversários que são incompetentes. Dão um golpe e depois recuam. Não tem agilidade de resposta.

Ela está ganhando a luta por pontos.

Ela tem conseguido se livrar da pecha de conivência com a corrupção na Petrobras.

E sai para o ataque, como melhor defesa.

No caso de Paulo Roberto Costa contou duas inverdades e omitiu outra que os adversários deixaram passar.

Ela disse, no debate da Record, que mandou a Polícia Federal prender o ex-Diretor da Petrobras e que o demitiu. Duas inverdades técnicas. A Polícia Federal agiu independentemente sem a interferência presidencial, o que seria indevida. Segundo, ela não demitiu, mas pode ter mandado demitir.

O que ela não contou é que, como Presidente do Conselho de Administração da Petrobras o admitiu e depois pode ter mandando confirmar. 

Ela foi responsável direta pela presença do Paulinho na Diretoria de Abastecimento. 



Imagem é tudo - 2

Acompanhei ontem à noite o debate entre os presidenciáveis na TV Record e a minha percepção é de que Dilma é mais vai se beneficiar do evento.

Avaliar quem ganhou o debate é irrelevante. Mas apenas para registro, o livre atirador Eduardo Jorge levou vantagem.

Dilma ganhou porque é a que mais sabe usar o evento para criar ou preservar a sua imagem, ao contrário dos demais que continuam acreditando que deve haver debate. e o mais civilizado possível.

Os adversários atacam a Presidenta com os mesmos argumentos de sempre e ela responde com as mesmas versões de sempre, controlando as suas emoções. O que Marina não consegue fazer, passando imagem de fragilidade.

Dilma mantém a imagem de firmeza, ainda que sustentada por falsidades e promessas, que os adversários não conseguem desmontar.

Sem ataques mais diretos, para tentar nocautear, ela vai ganhar sempre por pontos. E por muitos pontos.

O único momento em que ela poderia ser desestabilizada, o comparsa Levi Fidelix, humilhado por ela em debate …

De Nova York falando para o Brasil

A Presidenta foi a Nova York para criar fatos para a sua campanha para reeleição no Brasil. O que ela, supostamente,  disse ao mundo tem pouca importância. O mundo também não deu a menor importância. O local era Nova York, mas ela falou para o Brasil, em campanha eleitoral. A mídia presente para mostrar e ouvir a Presidenta era predominante ou totalmente brasileira. 

Para efeito interno o mais importante era criar uma imagem de enfrenamento ao poderoso Barak Obama, aos EUA e demais potências. 

O que ela procurou mostrar, orientada pelo seu marketeiro que fez as devidas imagens é que ela é firme, destemida e disposta a se contrapor aos americanos, o maior demônio da esquerda  brasileira. Se os EUA propõe uma ação a Presidenta se põe contra, para mostrar a independência do Brasil. Para mostrar que não está subordinada à política norte-americana. Não importa se essa contestação é absurda.

A opinião publicada está gastando o seu tempo ato, discutindo se faz sentido tentar negociar com o EI o…

Imagem é tudo

O Brasil conta com três gênios da televisão e uma grande atriz. Aguinaldo Silva, como um mestre na construção de novelas e personagens marcantes. Lula, por competência inata e João Santana pela competência profissional na criação de imagem de candidata. E a grande atriz, não a desmerecendo, não é Fernanda Montenegro. Chama se Dilma Vana Rousseff. 

As mais recentes pesquisas eleitorais, consultando a percepção dos eleitores mostra que estamos diante de uma grande novela. É tudo fantasia, tudo imagem construida para sensibilizar corações e mentes dos eleitores.

Dilma é quem melhor se sai nessa novela, encarnando a personagem que João Santana criou para ela. A personagem, como convém, não é real. O que ela diz e encarna é falso, mas convincente.

Cria um país falso, distorcendo números, conta mentiras deslavadamente, cria fantasmas, mas ela acredita, tão firmemente, que não está mais mentindo. Ela tornou a mentira em sua verdade e a transmite com absoluta segurança. Se o interlocutor titubea…

Ocorrência estranha; ´só no Maranhão

A mídia nacional reverberou um fato estranho que só ocorreu no Maranhão. E que só pode ser explicado pela Teoria da Conspiração.

Supostos agentes da Polícia Federal vasculharam um avião executivo da campanha do Senador Edinho Lobão, candidato da clã Sarney, em busca de dinheiro vivo a ser usado na campanha, atendendo a uma denúncia anônima. Coisa mais estranha: a Polícia Federal, um órgão do governo, agindo contra um candidato do governo?

A segunda grande e maior surpresa: não encontraram nada! 

Se a operação foi real a direção da campanha de Edinho Trinta foi avisada, retirou os pacotes para transformar a operação em fato político a seu favor.

Foi o que fez Sarney tornando um incidente local num grande problema nacional. Transmitiu a ocorrência ao vice-presidente Michel Temer que é também o Presidente do PMDB pressionando-o por uma manifestação formal. O que ele fez, dando repercussão nacional, com o esperado apoio da mídia nacional. Sarney e o PMDB são mestres na área de manipulação da …

Ciclovia: um boa idéia em risco

As vias reservadas para a ciclovias são uma boa idéia, mas uma implantação autoritária e sem o devido planejamento vai fazer perder a idéia e atrasar por anos a sua plena efetivação.

Uma entrevista da Ex-secretária de transportes de Nova York bem ilustra a dificuldade de implantação e o esforço e tempo para chegar à situação atual.  O Prefeito Haddad quer que São Paulo tenha, desde logo, a situação que Nova York levou muitos anos.

O resultado é que embora a população aceite a ideia em tese, amplia a resistência dos contrários, em função de problemas pontuais.

Haddad tem os dois anos adicionais da sua gestão, para consolidar as ciclofaixas. Se esses não funcionarem bem, com grande utilização visível e tiverem impacto positivo na redução dos congestionamentos, corre o risco de não ser ser reeleito, com os oponentes prometendo aperfeiçoar o sistema. A principal proposição será ouvir a população específica das áreas afetadas: ciclistas, moradores, comerciantes e outros, promovendo ajustes.

Ap…

As alternativas de localização dos empregadores

A Prefeitura de São Paulo propõe um modelo de estruturação da cidade que pode se efetivar, mas não como ela quer. A espinha dorsal desse modelo é o eixo de transformação urbana, com o adensamento verticalizado, nas áreas lindeiras aos sistemas de transporte de massa. Nessa área se permitirá um volume de construção maior dentro do terreno, atraindo o setor imobiliário para a oferta de produtos residenciais e não residenciais ao mercado, principalmente produtos de uso misto. A expectativa é que com isso, se melhore a mobilidade urbana, com as pessoas morando mais próximo do trabalho ou que busquem trabalho junto da sua mordia. E que quando precisarem se deslocar a distâncias maiores o faça pelos meios coletivos, dispensado em todos esses casos, o uso do carro.

O problema aqui já apontado é que a decisão do local de moradia é do morador, mas a decisão do local de criação dos empregos é do empregador. E a sua lógica predominante não é buscar localizar o seu escritório, a sua loja onde os s…

Onde e quando entramos no desvio?

Os problemas que hoje enfrentamos na economia brasileira, buscando soluções conjunturais e paliativas, decorrem de decisões ou falta de decisões ocorridas no passado.

O problema estrutural maior é a decadência da indústria brasileira. Por que isso está ocorrendo?

O Brasil optou, na década de cinquenta, pela industrialização baseada na substituição de importações. O Brasil era exportador de café, produzido quase extrativa e artesanalmente, com baixa agregação tecnológica e importador dos produtos industrializados, consumidos pela sua elite e classe média.

Esse processo de industrialização iniciado por Vargas e desenvolvido por Juscelino, tomou vigor nos anos sessenta, mantido pelo regime militar até que em meados dos anos setenta, com as quebras decorrente da crise energética, o modelo perdeu vigor. O mercado interno baseado no consumo da classe média não era mais suficiente.

Para manter os níveis de produção, a indústria instalada no Brasil, voltou-se, parcialmente, para as exportações. E…

A que distância você está disposto a andar do estacionamento ao destino final?

Estacionamento nunca é o destino final de uma viagem urbana. Quando alguém sai de carro para ir ao trabalho, à escola, à clínica, às compras ou outra atividade urbana qualquer procura estacionar o seu carro o mais próximo do local onde quer exercer essa atividade. 
Em locais de pouca demanda pode até encontrar uma vaga em via pública, sem restrições de horários. Em algumas áreas pode encontrá-la mas por um tempo máximo de 2 horas, pagando pela mesma. Em São Paulo o sistema é a Zona Azul.
Quando não encontra vaga na rua a alternativa é buscar um estacionamento privado e terá que pagar caro, gerando indignação dos usuários. A maioria fica altamente indignado, reclama, mas paga e volta no dia seguinte, reclamando mais ainda e volta no terceiro dia, aumentando a reclamação. Ou seja, reclama mas não deixa o carro em casa e continua usando o estacionamento, pagando e reclamando.

Por que isso ocorre? Primeiramente porque a Prefeitura Municipal, dentro de uma política anti-carro, vem eliminando …

O que importa é o que passa para o público alvo

Numa campanha política dominada pelos marketeiros o que importa não é o fato, mas a imagem que esse fato passa para o público alvo.

O caso mais recente é o da autonomia do Banco Central. É uma discussão técnica entre economistas, com algum viés político. E um jogo de interesses econômicos  percebidos. Para os banqueiros parece conveniente, mas pode não ser. Um Banco Central independente pode ser mais rigoroso com os banqueiros do que um não independente. Mas são meras suposições, ainda que com fundamento em experiência externas e teorias. O setor empresarial segue os banqueiros e acha que um Banco Central independente dá maior segurança jurídica. O que é o mais provável. 

A maioria da população não entende o que seja a autonomia do Banco Central e como isso influi na sua vida cotidiana. O PT se encarregou de mostrar e difundir a sua versão: os banqueiros iriam se regozijar e a comida iria sumir da mesa das famílias. 

A versão "pegou". Não junto à opinião publicada, mas junto à …

Competitividade do país e das suas empresas

A mídia adora rankings e há sempre instituições dispostas a realizá-las classificando tudo e todos. Um dos mais recentes, elaborado sistemática a muitos anos pelo Fòrum Econômico Mundial  é o da competitividade dos países e o Brasil continua numa posição intermediária, tendo caido uma posição em 2014 em relação ao de 2013: passou de 56º lugar para o 57º. E daí?
Ranking é um exercício matemático que depende dos critérios adotados. E da pontuação do país em cada um dos critérios, o que envolve também elementos subjetivos.
A questão é que um país não compete efetivamente no mercado. Quem compete são as empresas, são as pessoas. Qual é a competitividade das empresas brasileiras? Onde?
Nenhuma empresa compete individualmente no mercado como ou todo.  Mesmo quando compete no mercado mundial o faz em um segmento de mercado. A melhor segmentação é pelo mercado consumidor. Dentro dele pela natureza do consumo.

Podemos tomar, como exemplo, o consumo de veículos para deslocamento pessoal e dentro de…

Desvio de rumos

O objetivo principal do "Minha Casa, Minha Vida" não é atender às necessidades de moradia da população. O mais importante é sustentar uma demanda para o setor de construção civil. Na suposição de que é fundamental para sustentar os níveis de emprego. Em segundo lugar ver o objetivo midiático eleitoral. Para os marketólogos o mais importante é um progrma ou ação que crie uma imagem positiva e que possa ser bem trabalhada para "mostrar serviço".
Depois desses objetivos maiores, vem o atendimento às reais demanda da população por moradia.

Para retratar a condição habitacional da população brasileira a Fundação João Pinheiro promoveu um amplo levantamento das condições de moradia e criou a figura do déficit habitacional, baseado em alguns indicadores que caracterizariam a condição insatisfatória de moradia, principalmente os elevados gastos com alugueis, face à renda. 

A cadeia produtiva da construção, habilmente, transformou o déficit habitacional em demanda habitacional…

Feitiço contra o feiticeiro

O PT está em risco de perder o poder. E Lula está desesperado com essa perspectiva. Ainda mais para uma ex-petista de origem pobre como ele. 
O principal responsável por esta situação é ele mesmo que, do alto da sua esperteza acha que pode eleger qualquer poste. Elegeu Dilma, em 2010, Fernando Haddad em 2012, mas dificilmente conseguirá eleger Alexandre Padilha, vulgo "palmilha" agora em 2014. Os que elegeu foram ou estão sendo sido um fracasso, com elevada probabilidade de serem derrotados. Ambos por incompetência gerencial. Dilma se mostrou uma geranta incompetenta. 

Pensam certo, mas agem errado. O resultado final de suas boas proposições é um fiasco. 

Para tentar reverter a situação, Lula está trazendo - de novo - para o primeiro plano a Petrobras, tentando repetir a estratégias que acuou Alckmin em 2006. Como a Petrobras está sob suspeita a alternativa é usar a imagem do pré-sal e a perspectiva de que o petróleo das profundezas do mar irá salvar a educação e a saúde brasil…

Povo nas ruas x povo nas urnas

As mais recentes prévias eleitorais, com alcances segmentados mais amplos, indicam circunstâncias cuja percepção foi recusada anteriormente: o povo que foi às ruas em junho de 2013 não era todo o povo brasileiro, mas apenas uma parte e a que foi não conseguiu contaminar todo o resto.
O povo de junho de 2013 era urbano, metropolitano, de jovens de classe média. 
Os políticos se assustaram com a repercussão, mas ao voltarem às suas bases perceberam que nem todo seu eleitorado tinha sido contaminado com as idéias e as posições defendidas e adiaram as decisões propugnadas pelas grandes cidades, a menos de algumas questões específicas:  não promoveram a decantada reforma política.

Os políticos "fisiológicos" voltarão ao Congresso Nacional, apesar da baixa de alguns notórios corruptos, barrados pela Lei da Ficha Limpa. Com o apoio dos seus eleitores. Ainda não será desta vez que o povo brasileiro fará uma mudança radical.

O principal indicador é a baixa repercussão eleitoral dos casos…

Apartamentos sem vagas

O mercado imobiliário se antecipou a uma das principais propostas previstas na revisão do Plano Diretor: a limitação de vagas.
O setor imobiliário parece ter dito ao Poder Público de que não é preciso estabelecer por lei, mínimos, nem máximos de vagas por apartamentos. O que define é o mercado.
O novo produto lançado pelo setor são grandes edifícios residenciais, com um "mix" de pequenos apartamentos, com apenas um dormitório, entre 25 a 45 m2, somados a alguns poucos de dois dormitórios de até 70 m. Os menores não teriam vagas de estacionamentos asseguradas, e os pouco maiores com direito apenas a uma vaga.
São edifícios lançados no centro da cidade próximos ou no entorno de estações do metrô, e tem tido grande sucesso de vendas. Um conjunto lançado na Avenida Ipiranga, próximo à Avenida Rio Branco e cerca de 200 m. da estação República, e um pouco mais distante da Luz, teria tido todas as unidades vendidas em  3 horas.
Um novo lançamento, esse junto, a uma das entradas da Esta…

O jogo se decide na prorrogação

Em termos eleitorais significa decisão no segundo turno, se houver.
Um candidato que está bem à frente, digamos ganhando de 2 x 0, ficará na defensiva buscando evitar que o adversário surpreenda, marque 2 gols fulminantes, empate o jogo e o leve à prorrogação.
O adversário em desvantagem, buscará o empate.
Mas quando o jogo está empatado o adversário mais fraco buscará mantê-lo.
Aquele que ficou fora da final tem que pensar nas eleições futuras. 
A tendência, dos times - jogadores e técnicos - no entanto, é só pensar no imediato e não na batalha futura. E ai que os bons estrategistas ganham a guerra.

Aécio é um mau estrategista: vai perder a eleição de 2014 e por incompetências estratégicas - atropelado por circunstâncias - está comprometendo o seu futuro político. Apesar de ser mineiro, neto de Tancredo Neves, não soube reagir como político mineiro.

Dilma também está se mostrando má estrategista, tentando ainda ganhar no tempo normal, isto é, no primeiro turno, evitando o segundo. Para isso…

Estratégias futuras

Evidentermente é um pleonasmo ou tautologia, como subir para cima.
Mas numa campanha presidencial os candidatos não tem (ou não devem ter) como objetivo apenas a conquista da cadeira presidencial, mas também eleger governadores, fazer uma forte bancada no Congresso, seja no Senado, como na Câmara. Os que estão na disputa direta pela Presidência tem que estar inteiramente voltados a sua candidatura presente. Os demais, sem grandes chances de vitória tem que montar a sua base estadual e a candidatura futura.
Aécio Neves e o PSDB tem que montar essa estratégia. Não se trata de reconhecer a derrota agora e "jogar a toalha". Um dos objetivos será alcançado com a vitória de Marina Silva: apear o PT do poder. Mas esse pode voltar em 2018, principalmente se o PSDB comparecer dividido o que é possível: Alckmin ainda não abandonou ou sonhos de ser Presidente. Com eventual apoio de Marina Silva e Márcio França, candidato a permanecer no Governo.

Aécio, sem mandato, terá que percorrer todo…

Mudança de estratégias

Durante uma guerra os generais precisam ter capacidade de mudar as estratégias em função de mudanças no jogo de forças. Aquele que teima em manter estratégias conservadoras corre maior risco em ser derrotado.
Os ataques de Dilma contra Marina pela autonomia do Banco Central, acusando-a de ser a candidata dos banqueiros é uma mudança substancial de estratégia. Indica que, afinal, Dilma resolveu aceitar as ponderações de Lula, adotar uma linha mais política e ideológica, deixando de se ater exclusivamente nas orientações do marketólogo. A sensibilidade política de Lula é superior a todas as informações captadas pelo marketing eleitoral. A visão de Lula é que as campanhas devem ser mais ideologizadas. E enfatizar a imagem do pobre x rico, do povo contra a elite.
Aparentemente o resultado foi positivo e Marina sentiu o golpe. 
O eleitorado não deu maior importância aos escândalos da Petrobras, acatou a imagem da dependência de Marina com os banqueiros, em função de amizade pessoal com uma he…

Economia criativa e educação

Economia criativa deverá ser a principal sustentação do crescimento econômico dos paises com a criação de soluções baseadas na inteligência para atender às necessidades e aspirações das pessoas. 
Está na agenda de todos os candidatos à Presidência, mas com proposições tradicionais.
Os candidatos são preponderantemente de gerações mais velhas e propõem soluções analógicas para problemas digitais.
A educação é uma base importante, mas a solução não está em mais escolas. Tampouco em aumentar os recursos para a educação.

Pode-se formar uma grande base, mas os gênios não aguentam ficar em sala de aula ouvindo professores chatos repetindo o conseguem saber mais pela internet.

Para o desenvolvimento da economia criativa é preciso mudar profundamente o processo de aprendizagem. 

A questão crucial é como formar a base do conhecimento, o aprendizado dos fundamentos e a compreensão do conjunto de conhecimentos.

Não ir às salas de aula não quer dizer deiar de estudar. É preciso muita leitura, muita pesq…

O legado de Joaquim Barbosa

Delação premiada não é novidade, mas pouco praticada nos crimes de quadrilhas, com grande repercussão pública, como os de corrupção organizada no setor público.
No maior escândalo já evidenciado - o "mensalão" o julgamento dos crimes apurados resultou em punições desequilibradas entre os diversos componentes da quadrilha. Os mentores tiveram penas relativamente leves e estão próximos a sairem da prisão. O principal operador, Marcos Valério, recebeu as maiores penas. Os seus sócios embora apenas coniventes também passarão uma grande parte ou a totalidade do resto das suas vidas atrás das grades. As secretárias que cumpriam ordens, sendo as principais mensageiras da entrega do dinheiro, sem terem se beneficiadas largamente com o esquema, vão pagar pela obediência e lealdade aos ex-chefes.
Ninguém quis fazer a delação premiada. Marcos Valério, próximo ao final do processo, até tentou, mas ai já era tarde demais. Delação premiada é aceita quando auxilia as investigações ainda sem …

Como as coisas funcionam

Os negócios gerenciados pelo então Diretor de Abastecimento da Petrobras,  Paulo Roberto da Costa, envolve - de um lado - o acordo com as empresas que, como contrapartida à contratação pela Petrobras dentro daquela Diretoria contribuiam com uma propina.
Esses acordos seriam promovidos diretamente pelo Diretor de tal forma que na delação premiada a lista das contribuintes será a principal contribuição do delator para as investigações. Por esta razão a delação deverá ser homologada pelo Ministro Teori Zavaski.

Os indícios até aqui revelados indicam que os depósitos dos contribuintes eram feitos no exterior, o que faz sentido. Grande parte dos contratos envolve o fornecimento de equipamentos e materiais importados, de tal forma que a contribuinte nacional poderia mandar as divisas em compras superfaturadas, até mesmo para subsidiárias especialmente criadas para tal.

Uma parte, provavelmente a menor, era feita diretamente em notas de reais, recolhidas nas empresas contribuintes, levadas a um…