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Mostrando postagens de Outubro, 2019

Teorias da conspiração

No dia 14 de março de 2018 à tarde, Élcio Queiroz esteve no Condomínio Vivenda da Barra e fez uma vista a Ronnie Lessa, morador da casa  65. Mais tarde a vereadora Marielle Franco foi assassinada fuzilada em seu carro. Juntamente com o motorista do carro.
Nessa mesma tarde, o deputado federal Jair Bolsonaro estava em Brasília em sessão da Câmara dos Deputados.
Esses são os fatos comprovados. Elcio Queiroz é um dos suspeitos de matar Marielle. Ronnie Lessa é suspeito de ter armado os  matadores.
O porteiro do condomínio, em depoimento sigiloso, informou ao Delegado responsável pelo inquérito, que Élcio pretendia visitar o deputado federal Jair Bolsonaro que mora no mesmo condomínio, na casa 58. Consultado o Sr Jair, pelo porteiro, esse teria autorizada a visita. O porteiro verificou, pelo monitoramento das câmaras, que o visitante se dirigiu à casa 65 , onde mora Ronnie Lessa. Ligando novamente para a casa 58, segundo o porteiro, o Sr Jair afirmou saber do desvio do destino e que estava t…

Jogo de Forças

Jair Bolsonaro, por natureza pessoal, é belicoso. Foi esse natureza que o levou a buscar a carreira militar. Quando se tornou oficial, em 1977, o regime militar já estava em fase de transferência para o poder civil. Não participou diretamente das ações militares contra as ações extremistas e usou a sua natureza belicista para contestar os proventos dos subalternos do Exército, o que levou à sua saida das Forças Armadas. Seguiu uma carreira militar, sempre apoiada pela mesma base militar-policial, caracterizando-se como um despachante de interesses corporativos. Manteve sempre um discurso belicoso, mas com pouca audiência. 

Pela sua natureza pessoal, Jair Bolsonaro manterá na Presidência posições de confronto. Buscará sempre adversários reais ou imaginários para se manter ativo, vivo, presente. 
Diversamente de outros gestores políticos preocupados em mostrar serviço, em inaugurar obras, busca manter-se à tona do noticiário pelos seus confrontos. Fora dela articula e reforça os apoios do…

Disrutpura em 2020 (2)

A um ano das eleições, com as regras definidas, começam a aparecer os pré-candidatos, mas por enquanto nenhum candidato de Jair Bolsonaro. Há alguns pretendentes a tal, disputando a indicação pelo PSL. 
Em São Paulo, o "Carteiro reaça", mesmo não tendo a mesma densidade eleitoral, se acha o candidato da familia Bolsonaro e disputa a eleição com Joice Hasselmann, agora uma dissidente do bolsonarismo. Ser ligado à família não quer dizer ser o candidato do Jair. Ele pode apoiar a indicação dos filhos ou ter o seu preferido. 
Bastará ao candidato se apresentar como o preferido do Jair, para ser eleito? O eleitor vai dar um "cheque em branco" (se é que isso ainda existe) só porque tem o aval do Jair? Quanto isso vale em termos de votos, em cada cidade?
Ou o eleitor vai obedecer ao que Jair mandar? "Eu disse pra votar em fulano, porque ele é meu. Tá kei."Que eleitor é esse? Um eleitor cativo, adepto da seita bolsonarista e vai fazer "tudo o que o mestre manda…

Disruptura em 2020 (1)

As eleições municipais de 2016 já haviam indicado uma rejeição do eleitorado ao PT. O partido só conseguiu a eleição de Prefeito numa capital: em Rio Branco no Acre. Mas  atualmente não comanda nenhuma capital. O único eleito pelo partido, Marcus Alexandre,  renunciou para se candidatar a Governador do Estado, em 2018, sendo substituído pela sua vice-Prefeita, Socorro Neri, do PSB.  Não obteve êxito em nenhuma capital do Nordeste. Em pelo menos 4 o vitorioso foi um candidato de partido de esquerda, mas não do PT. 
A rejeição nacional ao PT em 2018 foi mais ampla, embora tenha reagido no Nordeste, onde o seu candidato, Fernando Haddad, obteve mais votos que o seu opositor Jair Bolsonaro e teve eleito 4 Governadores (Wellington Dias, no Piaui, Camilo Santana, no Ceará, Rui Costa, na Bahia e Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte). Em 3 outros os eleitos foram de partidos coligados. 

A eleição presidencial de Jair Bolsonaro não representou apenas uma alternância de poder dentro do campo da…
A América Latina viveu um fim de semana atípica com eleições presidenciais na Argentina e no Uruguai, eleições regionais na Colômbia e a continuidade dos movimentos de rua no Chile. Na Colômbia uma candidata lésbica, de centro-esquerda venceu a eleição para Prefeita de Bogotá, a capital. No interior da Colômbia foi eleito um ex-guerrilheiro das FARCs.  Com a vitória da oposição ao governo liberalMacri, na Argentina, a vantagem no primeiro turno do candidato situacionista de esquerda, no Uruguai e a mobilização popular contra o igualmente liberal Sebastian Piñera no Chile os bolsonaristas tem invadido a rede social, acusando os comunistas de pôr em marcha uma estratégia para viabilizar o retorno da esquerda no Brasil. Essa estratégia estaria sendo desenvolvida pelo Foro de São Paulo: um fantasma ambulante que assombra a cabeça dos radicais bolsonaristas. O símbolo do mal. Esse acham que o tal Foro Irá colocar a esquerda nas ruas. O problema no Brasil é que a esquerda não tem nenhum motiv…

Rosa com espinhos

O voto de Rosa Weber, preferindo o seu entendimento pessoal, em detrimento à colegialidade, que determinou o seu voto anterior, praticamente antecipou o resultado final do julgamento sobre a possibilidade de prisão após confirmação de condenação em segunda instância. A formação atual do STF contempla dois juízes, intrinsecamente garantistas – Celso de Melo e Rosa Weber – três juízes “lava-jatistas” e 4 circunstanciais. Estes têm fundamentos jurídicos e convicções pessoais, mas votam segundo as circunstâncias. Jair Bolsonaro aproveito a condição de ficha limpa nas denúncias e embarcou no barco do “lava-jatismo” o que ajudou em muito a sua eleição. Depois de eleito consolidou essa posição convidando o líder do “lava-jatismo” o Juiz Sérgio Moro, para assumir o Ministério da Justiça e Segurança Pública e lhe prometer amplos poderes, como um Super-Ministro. O Juiz Sérgio Moro operou no limite da legalidade, às vezes ultrapassando um passo e depois retornando, mas deixou rastros, agora usados …

Um processo circular

A economia funciona em círculo e a cada volta de 360° retorna ao mesmo ponto, mas em nível acima, igual ou abaixo do anterior.
No primeiro trimestre de 2019, a volta foi para baixo. Ao completar o círculo ficou 0,2 abaixo do anterior. Se no segundo trimestre o nível de retorno ficasse ainda mais baixo, segundo os economistas, o Brasil entraria em recessão técnica. 
Esses "terroristas técnicos" alardearam um temor que não se confirmou. A nova volta, agora no segundo trimestre de 2019, chegou ao mesmo ponto num nível ligeiramente superior: 0,4 %. Alívio geral.
Não há muitas explicações sobre como isso aconteceu a menos de suposições genéricas a partir de grandes eventos conhecidos (greve dos caminhoneiros em maio, junho de 2018, ruptura da barragem de Brumadinho, no ínicio de 2019). De resto, só análise de elevador, repetida por todos os especialistas e leigos: isso subiu, aquele desceu. Esse subiu muito, aquele subiu pouco. E daí?
Numa economia relativamente fechada, como a brasi…

A reforma da previdência foi aprovada. E dai?

Com uma aprovação folgada de 60 votos, em segundo turno, no Senado Federal, foi completada a aprovação da Reforma Previdenciária. Não a dos sonhos de Paulo Guedes que queria uma economia, em 10 anos, de 1 trilhão de reais, mais 300 bilhões para uma transição para o sistema de capitalização. E dai? A economia vai reagir? Já reagiu porque a maioria dos empresários desde a aprovação da reforma em 1ª turno já dava como certa a aprovação da reforma ainda que desidratada. O emprego melhorou, houve um aumento nas compras no varejo, mas a indústria manufatureira continua patinando. O principal aumento de empregos foi sazonal, como apontamos no podcast anterior. A reação da economia vai continuar lenta e mantendo setores secos propícios a alastrar de forma intensa qualquer foco de incêndio que for iniciado por qualquer incidente ou razão. São os desalentados os desesperançados que vão reforçar a turma de baderneiros que saem à frente nas grandes cidades “quebrando tudo”. Eles começam porque reagem…

Obsessões governamentais

O Governo atual é cheio de obsessões. Um deles era o imposto único defendido obsessivamente por Marcos Cinta. A sociedade o alcunhou de CPMF e gerou a obsessão oposta. Assumida por Jair Bolsonaro, desde os seus tempos de deputado do "baixo clero". 
Paulo Guedes tem obsessão em desonerar a folha de pagamentos e Marcos Cintra tentou emplacar um imposto sobre transações financeiras em troca da desoneração. Não deu certo e prevaleceu a obsessão do Presidente, que tem outra: "quem manda aqui sou eu".

A obsessão dos evangélicos não é de natureza religiosa. O maior dos demônios que eles combatem é o imposto sobre os dízimos e suas propriedades. São a linha de frente, mas todas as religiões os acompanham nessa cruzada. 
Com o afastamento do "fantasma da CPMF" sobraram dois grandes problemas: o Governo Federal não terá recursos em 2020 para manter o funcionamento da sua máquina. Precisará fazer profundos ajustes, seja com cortes atualmente impedidos pela Constituição…

Disruptura em 2020

As eleições municipais de 2016 já haviam indicado uma rejeição do eleitorado ao PT. O partido só conseguiu a eleição de Prefeito numa capital: em Rio Branco no Acre. Mas o eleito, Marcus Alexandre,  renunciou para se candidatar a Governador do Estado, em 2018, sendo substituído pela sua vice-Prefeita, Socorro Neri, do PSB.  Não obteve êxito em nenhuma capital do Nordeste. Em pelo menos 4 o vitorioso foi um candidato de partido de esquerda, mas não do PT. 
A rejeição nacional ao PT em 2018 foi mais ampla, embora tenha reagido no Nordeste, onde o seu candidato, Fernando Haddad, obteve mais votos que o seu opositor Jair Bolsonaro e teve eleito 4 Governadores (Wellington Dias, no Piaui, Camilo Santana, no Ceará, Rui Costa, na Bahia e Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte). Em 3 outros os eleitos foram de partidos coligados. 

A eleição presidencial de Jair Bolsonaro não representou apenas uma alternância de poder dentro do campo da esquerda, com a disputa entre PT e PSDB nas últimas seis el…

Superar a visão monáruica

Tem solução para a crise Bolsonaro x PSL?
Tem, apesar de ser muito difícil.
A dificuldade está na natureza dos Bolsonaros, que se acreditam no poder ungido por Deus e não pelo povo. É uma visão monárquica.

Você está a meu favor ou contra mim?

O que leva a esse posicionamento. O fundamental: ganha ou perde.

Bolsonaro está convicto de que ganha a parada. Os que ficarem com ele, seriam agraciados. Os contrários sofreriam as penas da "traição".

Mas os contrários acham que o traidor é o próprio Bolsonaro, que vem abandonando sucessivamente os seus velhos companheiros e amigos. 

Primeiro, largou Bebianno, que foi fundamental para a sua eleição. Foi ele que costurou o arrendamento do PSL e articulou uma resistência no Norte, Nordeste, para que a diferença de votos a favor no PT na região não anulasse a vantagem do sul/sudeste.

Para ficar com filho Carlos, na desavença com Bebianno o descartou. Que educadamente se retirou, mas depois voltou  a artilharia contra o antigo amigo, acusando-o nã…

A monarquia abalada

Os filhos de Jair se consideram os príncipes herdeiros do Rei Bolsonaro ungido por Deus que determinou a 57 milhões de brasileiros votassem nele para dar legalidade da eleição. Como tal exigem que os súditos sigam a vassalagem que lhe é devida e querem que o pai elimine os desafetos que atrapalhem o seu exercício de poder. Na visão deles, os príncipes, nenhum dos 52 deputados federais e outros tantos deputados estaduais, 4 senadores, 4 governadores foram eleitos por si, mas por terem embarcado no navio de Bolsonaro, arrendado do PSL. Eduardo quer, porque quer, que eles mantenham fidelidade, obediência e disciplina ao papai Rei. Carlos conseguiu, logo no início do governo, afastar o principal articulador do processo que levou Jair ao Planalto. Educado e para não desgastar o amigo (ou ex-amigo) saiu em silencio, estabelecendo um período de carência, para se manifestar. O mesmo fez o ex-amigo General Santa Cruz. Eduardo quer tomar o comando do navio que foi devolvido ao seu dono, Luciano Bi…

E depois?

O Brasil está doente. O principal órgão é a economia, mas o cultural e o social também. O que o coloca em risco mais iminente é a economia e o médico-chefe Paulo Guedes está cuidando. O tratamento inicial, com a reforma da previdência está quase completo, mas ele já percebeu que não é suficiente. Já detetou que o problema subsequente maior não é a reforma tributária, mas a tal reforma administrativa. O foco não é a organização, tampouco os processos, como sempre foi tratada, mas os gastos com pessoal, com os servidores públicos.
Terá uma batalha árdua, tendo que enfrentar o fogo amigo, de dentro do Planalto, onde estão forças corporativistas de grande poder.
Completada a reforma da previdência, embora o Brasil, não esteja inteiramente curado, estará o suficientemente restabelecido para definir os seus rumos. 
Poderá persistir numa economia fechada, voltada para dentro, tentando reanimar o consumo e protegendo a sua produção, seja agrícola como industrial ou dos serviços. O Estado Brasile…
A semana política foi tomada por mais uma briguinha de família, mas que encobre uma disputa de poder dentro do movimento da direita que, em função das circunstâncias, conquistou a Presidência da República, sem base partidária, sem uma estruturação ideológica, que garanta a sua continuidade e consolidação. Essa se daria com a reeleição de Jair Bolsonaro em 2022, juntamente com a eleição de uma bancada parlamentar própria de pelo menos 1/3 da Câmara e outro tanto do Senado. Isto é 171 deputados federais e 27 Senadores. O PSL, o partido arrendado por Jair Bolsonaro, em 2018, saltou de 1, eleito em 2014, para 52, somando depois mais 2. Teria mais que triplicar o número de deputados federais. No Senado Federal, a tarefa é mais difícil, porque só estarão em disputa 27 cargos e o PFL teria que conquistar 24, para se somarem aos 3 atuais, com mandato até 2027. Uma nova e surpreendente onda poderia promover essa tsuanmi, ainda que pouco provável. A visão da direita é conservadora, o que é confund…

Partido de direita esfacelado

Jair Bolsonaro, junto com Gustavo Bebianno, para atender às condições legais da candidatura à Presidência, arrendou em comodato, o partido do seu velho companheiro de baixo clero da Câmara dos Deputados, Luciano Bivar, com a promessa de devolução depois das eleições, com as benfeitorias. Para Luciano Bivar, o “dono” do PSL foi o melhor negócio do mundo. Cedeu o partido e recebeu de volta o mesmo com 52 deputados federais, 4 senadores e o direito a cerca de 400 milhões de reais do Fundo Partidário, mais outros direitos vindouros. Vencido o contrato, Bivar retomou o partido e, no mesmo estilo de Jair, anunciou “aqui mando eu”, “os incomodados que se retirem”. Podem sair, com as mãos abanando, sem poder levar nada. Só o seu próprio cargo, isto é, a roupa do corpo, e nada mais. O dinheiro fica aqui. Os filhos, no entanto, acham que o partido é do pai que transformou e ampliou o partido nanico no segundo mais dentro da Câmara e querem tomar conta. Bivar e sua turma, não deixa. E com outra ame…

O agornegócio nas mãos dos intocáveis

A demissão de mais um general do Governo Bolsonaro, reflete a vitória de um segmento de bolsonaristas “desde criancinha” formado por grileiros, desmatadores, incendiários, pecuarista e agricultores, que avançam sobre a floresta amazônica, para geração de terras mais baratas. Há uma grande disponibilidade de terras onde já se avançou bastante, em passado recente, dentro do ciclo perverso, deixando áreas de pastagens degradadas disponíveis para a produção de agrícola. A expansão da produção de grãos, no Brasil, não precisa ampliar as fronteiras agrícolas, tampouco desmatar, mas como as terras disponíveis já estão mais caras, alguns produtores preferem as novas áreas, mais baratas, proporcionadas pelos grileiros. Como muitas dessas áreas não tem titulação regularizada, o que impede o acesso ao crédito rural subsidiado, pressionam pela sua regularização, com o apoio do seu líder, instalado dentro do Ministério da Agricultura, mas sempre presente do Palácio do Planalto. Como o General Corre…

Primeiro os meus

Os grupos de apoio de Jair Bolsonaro são específicos, ampliados ou generalizados pelos analistas e mídia.
O agronegócio, como um todo, não faz parte do grupo de apoio, mas aceitam ou toleram um subgrupo específico formado por produtores rurais, integrando uma cadeia de grileiros, desmatadores, incendiários e produtores, liderados por Naban Garcia. Ele não conseguiu o Ministério da Agricultura e Pecuária, em que o agronegócio moderno "emplacou" Teresa Cristina, mas ficou com a Secretaria de Assuntos Fundiários, para atender aos interesses daquele citado subgrupo, que apoiou - desde cedo - a candidatura de Jair Bolsonaro. 
As suas pretensões esbarram mais na resistência do Exército do que dos ambientalistas. Teria conseguido uma vitória, com a demissão do General João Carlos Jesus Correa da Presidência do INCRA. A razão estaria no atraso na titulação de terras da reforma agrária.
Como informa a colunista do Valor, Maria Cristina Fernandes, em 3 de outubro de 2019, a fritura do Ge…

Disruptura em 2020? (1)

As eleições municipais de 2016 já haviam indicado uma rejeição do eleitorado ao PT. O partido só conseguiu a eleição de Prefeito numa capital: em Rio Branco no Acre. Mas o eleito, Marcus Alexandre,  renunciou para se candidatar a Governador do Estado, em 2018, sendo substituído pela sua vice-Prefeita, Socorro Neri, do PSB.  Não obteve êxito em nenhuma capital do Nordeste. Em pelo menos 4 o vitorioso foi um candidato de partido de esquerda, mas não do PT. 
A rejeição nacional ao PT em 2018 foi mais ampla, embora tenha reagido no Nordeste, onde o seu candidato, Fernando Haddad, obteve mais votos que o seu opositor Jair Bolsonaro e teve eleito 4 Governadores (Wellington Dias, no Piaui, Camilo Santana, no Ceará, Rui Costa, na Bahia e Fátima Bezerra, no Rio Grande do Norte). Em 3 outros os eleitos foram de partidos coligados. 

A eleição presidencial de Jair Bolsonaro não representou apenas uma alternância de poder dentro do campo da esquerda, com a disputa entre PT e PSDB nas últimas seis el…