domingo, 28 de setembro de 2014

De Nova York falando para o Brasil

A Presidenta foi a Nova York para criar fatos para a sua campanha para reeleição no Brasil. O que ela, supostamente,  disse ao mundo tem pouca importância. O mundo também não deu a menor importância. O local era Nova York, mas ela falou para o Brasil, em campanha eleitoral. A mídia presente para mostrar e ouvir a Presidenta era predominante ou totalmente brasileira. 

Para efeito interno o mais importante era criar uma imagem de enfrenamento ao poderoso Barak Obama, aos EUA e demais potências. 

O que ela procurou mostrar, orientada pelo seu marketeiro que fez as devidas imagens é que ela é firme, destemida e disposta a se contrapor aos americanos, o maior demônio da esquerda  brasileira. Se os EUA propõe uma ação a Presidenta se põe contra, para mostrar a independência do Brasil. Para mostrar que não está subordinada à política norte-americana. Não importa se essa contestação é absurda.

A opinião publicada está gastando o seu tempo ato, discutindo se faz sentido tentar negociar com o EI ou se a única forma de tratá-los é bombardeando. A posição da Presidenta é inconsequente. Nem mesmo correu o risco de ser convidada ou escalada para mediar o conflito e ir negociar com o Califado. Alguns até acham que essa medida deveria ser tomada para ver se eles cortavam a cabeça de Dilma. 

O que interessava à Presidenta é a reação da opinião não publicada, o que parece ter sido favorável. O que é explicável, pois apesar de politicamente incorreto: foi uma atitude de macho. 

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