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Os primeiros 40 dias

O primeiro mês do governo Bolsonaro, mostrou o Presidente mantendo o estilo de campanha, para manter o apoio popular. Seus discursos seguem populistas, repleto de promessas e frases de efeito. Até mesmo em Davos, na Suiça. 
De efetivo seis fatos marcaram a trajetória futura do Governo Bolsonaro: o cumprimento da promessa de não adotar o "troca-troca" na formação do Ministério, a demora do Ministro Moro em apoiar o enfrentamento do crime organizado no Ceará, o comprometimento de Bolsonaro em manter o Brasil, dentro do Acordo de Paris do Clima, a tragédia de Brumadinho, que reverteu a promessa de flexibilizar a fiscalização ambiental, o "caso Flávio Bolsonaro-Fabrício Queiroz" que mancha a imagem de político impoluto de Jair Bolsonaro e o retorno precipitado de retomada da Presidência, diante do aumento da sombra do Vice-Presidente, General Mourão.
Nos primeiros dias de fevereiro, a percepção da opinião pública foi de vitória do Governo nas eleições para a Presidência das Casas no Congresso, Sérgio Moro e Paulo Guedes vieram a público para apresentar as suas propostas. Por disciplina evitaram evidenciar, ainda no primeiro mês, de que o Governo anda, mesmo com a ausência factual do Presidente Bolsonaro, mas não puderam evitá-lo, com a reabertura do Congresso. 

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