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Gol no ´último minuto

JH rm 120 segundos

No último momento do jogo, o Brasil ganhou um gol histórico, gerando um saldo positivo do Governo Bolsonaro no seu primeiro semestre.
O acordo comercial União Européia - Mercosul, sempre foi visto pelo Brasil, como uma grande ameaça à sua industria e à soberania nacional, diante das imposições dos líderes europeus. 
Bolsonaro foi ao Japão, disposto a confrontar Merkel e Macron. Ficar junto com Trump e não confirmar do Acordo do Clima de Paris. Por insistência de Macri, cedeu.

Perdedor, obrigado a aceitar as imposições, percebeu o imenso presente que recebeu, contra a sua vontade.

Aproveitou, capturou e faturou: vendeu para a sociedade brasileira a derrota como uma grande vitória.

A economia brasileira só voltará a crescer ampliando o seu mercado
, produzindo e vendendo para todo o mundo. 

Faltava um "empurrão" objetivo para a mudança. E vencer as resistências à abertura da economia.

Com a divulgação dos grandes números do mercado europeu de 513 milhões de pessoas e um PIB total de equivalente a 19,2 trilhões de dólares a abertura da economia passa ser vista como oportunidade, mais que como ameaça. Embora essas persistam.

A ampla  e estridente divulgação do acordo, reduz a importância relativa da reforma da previdência na economia.

As perspectivas de reanimação da economia estão agora nos ajustes no sistema produtivo brasileiro.

As empresas industriais instaladas no Brasil terão que promover, desde já, investimentos para a sua modernização e melhoria da sua produtividade.

Se antes titubeavam, por falta da confiança na reanimação da demanda interna, agora terão que investir para atender a demanda externa e se defender dos avanços das importações européias, nos próximos anos.

Quem não se preparar vai sucumbir e não pode mais contar com a proteção do Estado. 

O aumento de investimentos industriais irá gerar mais empregos e reanimar a economia. 

Há vários outros aspectos que comentaremos ao longo da semana. 

JH, em 120 segundos ... 

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