Para as massas oprimidas que os partidos de esquerda pretendem defender, o mais importante é a oportunidade de ascensão econômica e social. Não é a desigualdade.
Embora seja uma realidade, a preocupação é dos acadêmicos e ideólogos. Não dos "menos iguais".
Eles entendem que para ascender precisa ser com o seu esforço pessoal.
O que eles querem do Estado é oportunidade. Não apenas assistencialismo.
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