terça-feira, 18 de julho de 2017

Quem voltará ao Congresso em 2019? (1) - os mais votados do Rio em 2014

Uma avaliação preliminar da origem local dos votos dos deputados federais que alcançaram mais de 100 votos em 2014, num total de 14 indica que poderá haver a renovação 80/20. 

Apenas Chico Alencar e Jean Wyllys, ambos do PSOL e com eleitorado próprio, com baixa rejeição dentro desse, poderão ter fôlego para serem reeleitos. Apesar da oposição dos outros grupos. 

Jair Bolsonaro, como candidato à Presidente da República, poderá transferir parte dos seus votos de 2014. Já a herança de Eduardo Cunha é negativa. Clarissa Garotinho, Leonardo Picciani, Marco Antonio Cabral e Felipe Bornier carregam o nome e a máquina paterna, fortemente contestada pela opinião publicada. São de um estirpe - aparentemente - altamente rejeitada pela opinião publicada. A questão pendente é o quanto essa conseguirá demover as bases deles, para evitar a sua reeleição. Washington Reis conseguiu se eleger Prefeito de Duque de Caxias mas está sob risco de cassação. Dificilmente terá condições de transferir os votos que o elegeram deputado federal em 2014.

Pedro Paulo, continuará carregando a imagem negativa de "agressor de mulher" o que poderá inviabilizar a sua reeleição. Ademais não terá o apoio da máquina municipal do Rio de Janeiro, como teve em 2014.

Rodrigo Maia e Sérgio Sveiter, nomes nacionalmente ora conhecidos, em 2016 tiveram menos de 60 mil votos. A visibilidade obtida será o suficiente para garantir uma reeleição em 2018? 



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