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Fragmentação paridária

A segmentação dos Municípios por faixa de eleitores mostra alguns resultados distintos do quadro nacional.
Considerando as duas primeira faixas, isto é, do Municípios acima de 50 mil eleitores, que somam cerca de 85 milhões de eleitores o grande vencedor, mesmo sem o segundo turno em 55 cidades, é o PSDB, que elegeu 14 prefeitos em primeiro turno e 70 nas cidades médias. Superando amplamente o PMDB que elegeu 7 no primeiro grupo e 53 no segundo.
 
PSB e PSD são os principais emergentes, indicando uma forte tendência de fortalecimento das suas bancadas na Câmara Federal em 2018. Ainda há indícios de ressurgimento do DEM.

Do outro lado, o PT naufragou nessas duas faixas, conseguindo eleger apenas um prefeito em primeiro turno (Rio Branco) e com apenas um candidato em segundo turno das capitais (Recife). Na faixa média ainda conseguiu eleger, simbolicamente, 13 prefeitos, dos quais apenas 2 em São Paulo. 3 foram no Rio Grande do Sul.

O PSD emerge na Bahia  na faixa média, com 7 Prefeitos eleitos contra apenas 1 do PT de Jaques Wagner e do atual Governador Rui Costa. Em Minas Gerais, onde o Governador Fernando Pimentel é do PT, este só conseguiu eleger 2 prefeitos entre as cidades médias.

O PSB com 35 prefeitos eleitos nas cidades médias, é a terceira força, com 10 prefeitos eleitos em São Paulo, o dobro do alcançado em Pernambuco.

O PDT, como alternativa ao PT não parece ainda ter musculatura suficiente, embora tenha reeleito o Prefeito de Natal, em primeiro turno e 22 prefeitos na segunda faixa, dos quais 6 ainda no Rio  Grande do Sul, resquícios do legado brizolista. No Ceará onde os irmãos Gomes tentam um protagonismo nacional, foram apenas 3, mas melhor que o PSDB, de Tasso Jereissati que elegeu apenas 1 nessa faixa.


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