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Importantes aspectos ainda submersos


A lista de Fachin só alcança 8% dos deputados federais. O que, em função dessa lista, 92% estariam "aptos" a retornar em 2019, sendo reeleitos em 2018.

A quase totalidade dos deputados não está explicitamente na lista, mas está envolvida indiretamente por conta da "compra de medidas provisórias pela Odebrecht". 

Na realidade não foi uma compra da Odebrecht, mas o financiamento ao Governo para a compra da aprovação das MPs.

Como avalia a coluna de Miriam Leitão, no sitio da Globo, mais que equívocos, as medidas estatizantes e nacionalistas dos governos petistas, foram "compradas", financiadas pela Odebrecht. 

Uma das principais razões porque a maioria dos deputados não aparece, responde pelo nome de Eduardo Cunha. Ele era o concentrador e redistribuidor. 

Da mesma forma, a maioria dos deputados eleitos em 2010 e 2014 teve a sua campanha irrigada pelo odebrechtduto, angariada pelos dirigentes partidários. 

Os 92% que ficaram fora aproveitarão para alardear que a lista do Fachin os liberou dos crimes de corrupção. Teriam tido um atestado de "honestidade". O mais conhecido deles é o notório deputado Paulo Maluf. Que já tem dito, reiteradamente, que é o político "mais honesto do Brasil". 
Não haverá renovação política enquanto essa outra faixa do "iceberg corrupção" não vier à tona. 

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