sexta-feira, 24 de julho de 2015

Auimenta o risco do impeachment de Dilma

Além do fato motivador que poderá ser a rejeição das contas de 2014, é preciso instaurar o processo. Com o Presidente do Senado deixando a fidelidade e o da Câmara se declarando oposição, isso não será difícil.
A questão crítica é a posição dos congressistas que, em primeiro lugar, querem saber a posição dos seus eleitores. 
Querem saber se eles foram contaminados pela opinião publicada que domina a cena de Brasilia. Os congresssistas são muito afetados pelo que diz e mostra a mídia e os movimentos das elites metropolitanas.
Embora voltem para as suas bases no final de semana, o tempo não é suficiente para conhecer mais amplamente o seu eleitorado. Com o recesso parlamentar eles terão essa oportunidade. 
Se perceberem que o seu eleitorado não foi contaminado e permanece fiel a Dilma, em quem votaram em 2014, eles voltarão ao Congresso em dúvidas. Se verificarem que os eleitores dela e seus estão descontentes e contra ela, voltarão dispostos ao impeachment. 
O recesso pode  a peça chave.
(ver o texto estendido na coluna artigos)

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