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Economia verde: avanço ou atraso?

O Brasil tem potencial para ser a principal economia verde do planeta no futuro. Quer fazer isso destruindo a economia negra que ainda domina a sua economia e a do mundo. Uma economia movida a petróleo.
Dois fatos recentes são marcantes. Os blocos de petróleo do pós-sal, portanto fora do questionamento do regime de partilha, leiloados em 2013 até agora não foram concretizados por falta de licenciamento ambiental para a realização das pesquisas geosísmicas.
O leilão de blocos promovido pelo México, depois de quase oito décadas de monopolio estatal, foi um fracasso. Nenhuma dos grandes players mundiais do P&G apresentaram propostas.
Os ambientalistas com a sua persistente guerrilha estão conseguindo os seus objetivos: atrasar os empreendimentos, encarecê-los e torná-los menos atrativos do ponto de vista econômico. 

Mas, por outro lado, o acordo nuclear com o Irã e a suspensão do embargo econômico, coloca no mercado mundial um novo volume de petróleo, mais barato que dará uma sobrevida à era (ou idade) do petróleo.

O futuro indica um grande confronto entre uma economia verde, ambientalmente mais correta e a sustentação da economia negra, que afeta o clima a partir de qualquer local da terra em que se pratique.

(ver texto completo na coluna artigos) 

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