sexta-feira, 10 de julho de 2015

Multinacional não exporta, transfere

 (desculpem-me escrevi e esqueci de publicar)

Ao iniciar o segundo semestre do seu segundo mandato Dilma 2.0 está voltando a tentar intervir pontual ou setorialmente na economia.


Não satisfeita com um plano geral de estímulo às exportações está mandando uma facção da sua equipa econômica para conversar com os representantes da indústria automobilistica para aumentar as suas exportações.

Sob comando de Nelson Barbosa e reduzindo a participação de Joaquim Levy, que até se ausenta das reuniões, para não ter que contestar ou perder tempo.

As interlocuções servem como preliminares, mas não serão eficazes se não forem acordadas diretamente com a matrizes.

Multinacional não exporta, transfere.

E quem decide é a matriz.

Um comentário:

  1. Boa tarde Jorge Hori,

    A algum tempo venho acompanhando o seu blog, sendo que meu principal interesse são assuntos ligados à mobilidade urbana.
    Gostaria de saber se na sua opinião a atual crise da industria automobilística não seria uma oportunidade para repensarmos a mobilidade urbana?
    Com o brasileiro comprando menos carros, não estaria na hora do governo federal tomar para si a responsabilidade e realizar investimentos em larga escala na infraestrutura de transporte das grandes cidades?
    Faço essa pergunta pois tenho observado nos jornais que o governo tem articulado uma operação para salvaguardar as montadoras.
    Mas, já que o governo vai interferir na economia desta forma, não seria melhor que esse dinheiro fosse investido em mobilidade urbana, ao invés de ser dado de presente às montadoras?

    ResponderExcluir

A vontade do Soberano submetida ao Senado Federal

O anúncio pelo Presidente Bolsonaro da indicação do filho Eduardo para a embaixada do Brasil nos EUA, decorre do voluntarismo do soberano, o...