Com a Operação Lava-Jato desmontando os esquemas tradicionais de financiamento das campanhas eleitorais, o cenário de 2018 dependerá da aprovação ou não do financiamento público.
Se esse não for aprovado, os candidatos e os partidos dependerão da captação de recursos difusos e ninguém está mais organizado nesse processo do que as Igrejas Evangélicas.
Elas já se anteciparão em 2016 com um preposto de grande popularidade em São Paulo: Celso Russomanno quebrando a eventual dicotomia petista Marta x Haddad.
E para 2018 esperam que Eduardo Cunha, se safe da Operação Lava Jato. Se não conseguir, pastor Marcos Feliciano ou pastor Everaldo estão prontos para assumir o espaço.
Edir Macedo é ou quer ser o Berlusconi brasileiro. Sem necessariamente aparecer em primeiro plano.
(ver o artigo completo acessível pela coluna artigos, do lado direito do blog).




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