segunda-feira, 21 de julho de 2014

O carro não é o responsável inicial pela expansão periférica das grandes cidades

Em grandes metrópoles brasileiras como o Rio de Janeiro e São Paulo, a expansão periférica horizontalizada, altamente criticada pelos urbanistas e pelos anticarros, não foi promovida, inicialmente, pelos carros, mas por um transporte público de alta capacidade. 

Ao contrário do que se imagina, para determinadas áreas o problema da mobilidade urbana não foi gerada pelo carro que precisaria ser substituída por um sistema de transporte coletivo de alta capacidade. Os problemas da mobilidade urbana foram criadas pelo trem suburbano que facilitou a pobreza a se instalar no entorno das estações ferroviárias.  A Zona Leste do Município de São Paulo, a área mais populosa da cidade, é consequência do trem e não do carro.

É uma visão dos problemas presentes, para os quais os mais novos propõe uma volta ao passado, simplesmente por desconhecimento e preconceito.

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