terça-feira, 24 de setembro de 2013

Um novo teatro de Dilma para o público interno (A new Dilma’s theater for the local public)

Following a tradition, Dilma will deliver the first of several opening speeches to the General Assembly of the United Nations. The fact of being the first, but not necessarily the most important is overvalued by the Brazilian media.
Lula was a curiosity, because a worker, a trade unionist climbed to the peak power of an emerging country. Rousseff also aroused the curiosity of the participants for have been the first woman to pronounce the first speech.
No previous Brazilian president made ​​a speech with international repercussions. They were not concerned with the external impact, but focused on the domestic impact. Rousseff did no different.
She has, in this case, an international audience of radical activists of human rights defenders who ended up losing credibility by defending more the rights of criminals than victims’.
She made the speech criticizing the U.S. espionage.  Is on her duty, but it will not more than a manifestation of "jus of kicking”.She may be right: the U.S. would want to "pry" the personal correspondence of the President, but fail to give evidence about who released sarin gas in Syria. Or it knows, but has no interest in disclosing. It failed to anticipate to the terrorist organization that caused a massacre in Kenya.
The complaint is valid, but at the wrong time, considering the most recent events that have taken over the media worldwide.
It is undeniable that the world is at war and under risk of terrorist attacks. Brazil can claim that is outside the areas of conflict, nor is it in international disputes. In the military scene, yes, but when proposing to host the 2014 World Cup and become the focus of the international community may be target of terrorist actions. More than UN, FIFA possessesmore international associates and can gather a large number of international political authorities.
On the other hand, the “spy” technologies are of sweeping, still not selective scans. Everyone is cached up by the mechanisms. The problem lies in selecting the information seeking specific targets within the mountain of information.
The other issue relates to the security mechanisms. These use encryption. If the passwords were broken itwas intentional, were targets. Had Petrobras had its passwordsbroken? Why were Americans interested in knowing Petrobras’ secrets? Or was it because its password was 123456? It says that its codes were not broken, so what Americans have is the same as anyone interested in the oil business has. Use this as national outrage has only the goal of obtaining a national reaction, since Petrobras is internally perceived as a national symbol. At the international level it’s just one of the oil companies, now in crisis.

Brazil is a disadvantage situation internationally. It has once been the "next in line".  It’s no longer, and foreign investors are distrustful with the "Dilma’s way of governing." One could not expect that with the UN speech she could reverse this mistrust, but it could prevent further aggravation. Has she achieved?

Seguindo uma tradição Dilma fará o primeiro discurso de vários que abrem a Assembléia Geral das Nações Unidas. O fato de ser o primeiro, mas necessariamente não o mais importante é supervalorizado pela mídia brasileira.
Lula era uma curiosidade, porque um trabalhador, sindicalista galgado ao Poder máximo de um país emergente. Dilma também despertou a curiosidade dos participantes por ser a primeira mulher a iniciar os discursos.
Nenhum Presidente brasileiro anterior fez um discurso de repercussão internacional. Não estavam preocupados com o impacto externo, mas focados no impacto interno. Dilma não fará diferente.
Ela tem, no caso, um público internacional dos ativistas defensores radicais dos direitos humanos que acabaram perdendo credibilidade por defender mais os direitos dos criminosos do que das vítimas.
Fez o discurso criticando a espionagem norte-americana. Está no seu dever, mas não passará de uma manifestação do “jus esperniandi”. Poderá estar certa: os EUA quereriam “bisbilhotar” a correspondência pessoal da Presidente, mas não conseguem provas sobre quem soltou o gás sarin na Síria. Ou sabem, mas não tem interesse em divulgar.  Não conseguiram se antecipar à organização terrorista que causou um massacre no Quênia.
A reclamação é válida, mas o momento inoportuno, diante dos mais recentes acontecimentos que tomaram conta da mídia mundial.
É inegável que o mundo está em guerra e sob riscos de atentados terroristas. O Brasil pode alegar que está fora das áreas de conflito, nem está em disputas internacionais. No campo militar sim, mas ao se propor a sediar a  Copa de 2014 e virar foco da comunidade internacional poderá ser alvo de ações terroristas. Mais do que a ONU a FIFA reúne associados internacionais e poderá reunir um grande número de autoridades politicas internacionais.
Por outro lado, as tecnologias de “espionagem” ainda são de varreduras não seletivas. Todo mundo é alcançado pelos mecanismos. O problema está na seleção das informações que buscam alvos específicos, dentro da montanha de informações.
A outra questão são os mecanismos de segurança. Esses usam a criptografia. Se as senhas foram quebradas foram propositais, foram alvo. A Petrobras teve as suas senhas quebradas? Por que os norte-americanos estavam interessados em conhecer segredos da Petrobrás? Ou porque a sua senha era 123456? Ela afirma que seus códigos não foram quebrados, então o que os americanos tem é o mesmo que qualquer interessado nos negócios de petróleo tem.  Usar o fato como indignação nacional tem apenas o objetivo de obter uma reação nacional, porque a Petrobras é percebido internamente como um símbolo nacional. No âmbito internacional é apenas uma das empresas petrolíferas, hoje em crise.

O Brasil está internacionalmente numa situação desfavorável. Já foi a “bola da vez”. Deixou de ser e os investidores estrangeiros são ressabiados com o “modo Dilma de governar”. Não se poderia esperar que com o discurso na ONU ela revertesse essa desconfiança, mas poderia evitar o agravamento. Terá conseguido?

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